Se os problemas nas transições políticas se multiplicam nas prefeituras Brasil afora, o caso de Ipojuca, cidade que se tornou dona do segundo maior PIB de Pernambuco (R$ 9,1 bilhões), impressiona. Rodeada por um cenário de completa desordem urbana, a sede do poder municipal iniciou 2013 de portas fechadas ao público. A decisão partiu do prefeito recém-empossado, Carlos Santana (PSDB), que fixou um período de reclusão interna para que seu secretariado tome pé de informações essenciais à manutenção de serviços básicos da cidade. Dados que, espremidos na rivalidade política local, não foram repassados, segundo ele, por seu antecessor e adversário histórico, Pedro Serafim (PDT).

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